Rodrigo Sibut Vieira

Recentemente o movimento Amo Minha Terra, Torço pelo Meu Estado foi lançado pelo Coritiba, na pessoa do seu presidente Vilson Ribeiro de Andrade. É um projeto que visa resgatar o amor e o respeito dos paranaenses pelo seu estado.
Vejam, não é uma coisa tão simples de se fazer, afinal de contas, são quantas gerações que precisarão ser "trabalhadas" para que o trabalho surta o efeito desejado.
A repercussão inicial do projeto foi muito boa, a começar com as opiniões do vice-governador Flávio Arns, do vereador Felipe Braga Côrtes, do empresário Joel Malucelli, do Ministro dos Esportes Aldo Rebelo, do Desembargador do TJ-PR Antônio Loyola Vieira e do presidente da Associação Comercial do Paraná Edson José Ramon.
Politicamente falando, foi um bom início.
O projeto tem tudo para dar certo, afinal irá englobar todos os segmentos que possuem seus negócios e áreas de interesse criados e/ou mantidos no Paraná, tais como: as indústrias (metalúrgicas, alimentícias), construtoras, redes de telecomunicação (rádio, televisão, jornais, internet) e o esporte.
Desdobrando um dos assuntos, há muito se discute a maneira como a imprensa destaca o nosso esporte, principalmente o futebol. Digo isso, porque participo de listas de discussão e isso é um tema em comum, principalmente entre os torcedores dos principais times da capital, Coritiba, A.Paranaense e P.Clube. É senso comum que a notícia precisa ser escrita baseada na polêmica, na ironia para que atraia a atenção.
E não deve ser por aí, até porque temos ótimos jornalistas, que mesmo com a simpatia por um time de futebol, exerce de maneira mais que perfeita sua profissão.
Outro exemplo é vermos o incentivo dado, sob a forma de patrocínio, por empresas do estado como é o caso da Limagrain, da J.Malucelli, do café Alvorada e da Nossa Saúde.
Quer dizer, favorecer e fortalecer o estado, sempre no melhor uso das marcas e com o pensamento ganha-ganha.
Para ter pensamento ganha-ganha é preciso ter no mínimo 2 variáveis, no nosso caso, no mínimo 2 times de futebol. E qual seria a quantidade máxima? Aquela que pode se manter devidamente organizada e ainda assim, trazer ganhos.
A condição atual dos times, principalmente financeira, pode acabar levando para um processo conhecido: a fusão.
Não vejo nem Coritiba nem A.Paranaense trabalhando para isso e acredito que se algo relacionado for verdade, torcedores de ambos os times sentir-se-ão traídos.
Pois bem, na contramão do movimento, segue o presidente da FPF, Hélio Cury, ao "lavar suas as mãos" para o pedido de auxilio do Paraná Clube, quer dizer, sem despender o mínimo esforço e ao mesmo tempo, dedicar força máxima em abraçar uma causa praticamente perdida, sem questionar.
Não consigo entender de outra maneira essa atitude senão que foi tomada com segundas intenções, por parte dos principais envolvidos.
E vejam a repercussão que as coisas tomaram. Não é de hoje que venho dizendo e o mais triste é não ver uma reação plausível.
Ação gera reação.
O pedido feito pelo presidente do A.Paranaense seria acatado pelo Coritiba desde que com as concordâncias de Ministério Público, Polícia Militar e FPF.
A PM deu parecer favorável e o MP, voltou atrás na sua opinião e endossou.
Agora alguém leu, viu ou ouviu algum parecer da FPF??
A FPF garantirá, por meios formais, ambos clássicos com torcida única conforme o mandante?
O que pode garantir o posicionamento do MP quando houver o clássico no Couto?
Pois é... Com o sentimento de torcedor, não se brinca!
Senhores, vejam o nosso presente, nosso momento atual.
Ele é o desdobramento de uma, das várias atitudes tomadas num passado não muito remoto, que para mim foram em 1995.
E a culpa é repassada, claro, ao torcedor.
Fácil assim hein?
SAV
RODRIGO
Você sabia que o programa Show de Bola, da Rede Massa, que tem como apresentadores Mauro Mueller, Capitão Hidalgo, Mauro Singer, Dionísio Filho, Binho, Bello e o ET está promovendo um concurso para eleger um novo representante para o Coritiba?
Pois então, se você torcedor coxabranca, está cansado de ver os moscas mortas representando o Coritiba nesses programas esportivos e ainda sendo zoados por atleticanos e até pelos paranistas sem ter uma tirada decente, esse é o cara pra entrar lá!
Assistam o vídeo de apresentação e votem nele, porque o cara é fera!! - #Adrianofxéshowdebola
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Rodrigo Sibut Vieira

Para mim, esse papo de cessão do Couto Pereira não está saturado e nunca vai ficar até que esteja resolvido, de fato.
Tudo começou, se observarem, com papos informais que foram veiculados pela nossa imprensa sobre as vontades do presidente rubro negro em usar o Couto Pereira.
O tempo passou e a requisição para uso chegou na FPF, faltavam cinco minutos para o encerramento dos trabalhos naquele dia.
Dois minutos depois, o Coritiba entrava com uma liminar impedindo tal solicitação, com justificativas e argumentações suficientes para anular tal pedido.
Como nunca antes visto nesse estado, a FPF saiu em defesa de um afiliado contra outro, imaginando uma coisa.
E viu outra totalmente diferente. Além de ratificar a parcialidade e instransigência, é objeto de vergonha nacional.
Seu advogado outrora falou que a ação perderia seu objeto, quer dizer, torna-se-ia nula com a nova solicitação do A.Paranaense para mandar seus jogos no Ecoestádio enquanto disputa o Campeonato Paranaense 2012.
No dia seguinte, o mesmo advogado disse que a ação se mantém no STJD, porque que não houve intenção até o momento do A.Paranaense em comunicar a desistência à FPF.
O tempo passou e novos problemas apareceram para o time rubronegro, como a falta de infraestrutura dentro e fora do Ecoestádio. Foi preciso o Ministério Público e a Polícia Rodoviária Federal intervirem, já que a FPF nada fazia justificada pela incompetência.
Restava então, uma nova busca por um estádio para mandar seus jogos. E como que num passe de mágica, a mesma FPF que apoiou o clube rubro negro ao levar a ação ao STJD, fez questão de intermediar a negociação com o P.Clube.
Seria o mínimo a se fazer, já que nada facilitou ao tricolor quando o assunto era o adiantamento do Campeonato Paranaense da 2ª divisão.
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Na sexta-feira passada, após o acerto entre os clubes secundários, o advogado da FPF, Juliano Tetto ficou de enviar ao STJD um documento informando o acordo entre Atlético e Paraná.
Porque quando o acerto era com o C.Paranaense não foi assim? Só porque a FPF não foi envolvida?
E segue o baile...
Tudo até o momento segue como uma trama de novela mexicana.
"Poderia ter o bom senso do Coritiba em abrir mão"., Hélio Cury, presidente da FPF.
"Requisitar o Couto para todos os jogos do Atlético é uma coisa, mas chegar a um acordo para um clássico é outra situação. Acho que é interessante a gente sentar, conversar e chegar a um denominador em comum que seja bom para Atlético e Coritiba", Vilson Ribeiro de Andrade.
"[SILÊNCIO INFINITO]", Mário Celso Petraglia.
Enquanto uma parte cumpre com o protocolo e se diz aberto à negociações, as outras partes trabalham em conjunto, como que numa união para derrotar o suposto inimigo.
O detalhe é que, por ser uma trama de novela mexicana, agem de maneira amadora, pífia e ridícula, aos olhos dos telespectadores, fingindo um ato que todos sabem que não é real.
Por isso o que existe de fato é a omissão e a ausência de responsabilidade.
O monstro da rivalidade foi criado pela omissão e alimentado pela ausência de responsabilidade.
Omissão de atitude por parte da FPF e ausência de responsabilidade por parte do A.Paranaense.
Ambos estão deixando as coisas acontecerem, sem no mínimo assumirem seus papéis.
A última é que, segundo nota de esclarecimento, o Coritiba foi procurado por Mário Celso Petraglia, presidente do A.Paranaense, com uma proposta para realizar os clássicos atleTIBA com torcida única, conforme o mandante.
Na mesma carta, o Coritiba diz que é a favor desde que Polícia Militar, Ministério Público e a FPF concordem.
O MP já se pronunciou contrário. E mais: sem comunicação oficial, o clássico deve ocorrer com duas torcidas.
O Coritiba já solicitou sua carga, que lhe é de direito, ao mandante cumprindo o regulamento, que ainda diz que esses ingressos devem ser entregues até 72 horas antes do evento.
E até o momento, nada...
E o torcedor fica, como diz um grande amigo meu, com o pincel na mão.
Acordem enquanto é tempo!!
O estado do Paraná está sendo exemplo negativo, a nível nacional, de gestão esportiva.
Vejam bem quem não está cumprindo com seu papel.
A culpa é de quem atualmente se comporta de maneira negligente.
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

Também chamada de osteíte púbica, pubeíte ou doença pubiana, a pubalgia nada mais é do que uma condição dolorosa da sínfise púbica ou na origem da musculatura adutora que piora progressivamente com o esforço físico e melhora com o repouso e fisioterapia.
A doença tem se tornado cada vez mais comum no meio desportivo, principalmente entre os jogadores
de futebol e tenistas como resultado de movimentos corporais compensatórios causados por gestos repetitivos durante a atividade física. Ela pode se tornar crônica e aí tem como principais causas o encurtamento dos músculos posteriores da coxa, a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos abdominais.
São algumas causas:
- sobrecarga de treinamento
- excesso de impacto na região
- desequilíbrio muscular
- biomecânica incorreta do esporte
O diagnóstico é feito através de uma análise sintomática associada a uma minuciosa avaliação biomecânica de fatores intrínsecos, relacionados com o próprio atleta e de fatores extrínsecos, relacionados diretamente com a prática desportiva. Por apresentar sintomas pubianos e peripubianos, algumas patologias dessa região podem ser confundidas com a pubalgia, daí a importância do diagnóstico diferencial. Os sintomas variam de um atleta para o outro, mas manifestam-se por uma dor na sínfise púbica relacionada à atividade física.
São alguns dos sintomas:
- Dor na região púbica, principalmente ao levantar, sentar e ao tossir
- Aumento da dor com apoio unipodal e exercícios de alta intensidade (corrida)
- Sensação de ardor na região da virilha
- Espasmos de adutor
- Diminuição da amplitude de movimento do quadril
- Possível dor lombar
- No futebol, dor no primeiro passe ou chute
Em estágio mais avançado, a dor pode ser sentida nas costas (lombalgia) e na bacia, o que torna difícil as atividades mais simples da vida diária. Outros sintomas são dor ao tossir e espirrar, dificuldade na contração do abdominal e diminuição da amplitude de movimento do quadril.
A pubalgia crônica é tratada primeiramente de maneira conservadora com repouso do esporte, medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia diariamente. A fisioterapia tem papel fundamental no re-equilíbrio muscular e no retorno as atividades desportivas. O tratamento cirúrgico só é utilizado caso o tratamento conservador falhe, quer dizer, nos casos mais graves, opta-se pelo tratamento cirúrgico e após 2-3 meses o atleta retorna ao esporte progressivamente.
Em caso de atletas de alto nível, o condicionamento físico pode ser mantido com hidroginástica, deep-running, bike subaquática, mas não se devem praticar atividades de alto impacto.

O que é o Pubis?
Púbis é um osso do quadril (pelve) que fica sob a região genital. O púbis faz parte dos três ossos que formam a pelve, onde se inserem os músculos adutores e parte dos abdominais. Com traumas repetitivos (ou trauma agudo em alguns casos), além de mudanças bruscas de direção, impactos, falta de alongamento e desequilíbrios musculares pode haver um processo inflamatório envolvendo o osso, a cartilagem e os ligamentos da região. Além disso, os músculos que ali agem, principalmente os adutores e uma parte dos abdominais, também podem ser afetados.
Outras Particularidades
A pubalgia é um mal quase exclusivo dos homens que jogam futebol, pois a anatomia feminina, que muda o formato ósseo da bacia em razão do canal do parto, deixa a mulher mais protegida. No caso dela, um desconforto na região tem mais chance de ser hérnia ou endometriose, moléstia que pode até levar à infertilidade.
A dor na região do púbis também pode ser sinal de outras doenças nos homens, como hérnia inguinal, infecção uriária e inflamação na próstata. Por isso, ao primeiro sinal de incômodo na região, consulte o fisioterapeuta para que seja possível estabelecer um diagnóstico mais preciso.
FONTES
http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/03a/isabela/artigoisabeladesouzafalchetti.pdf
http://www.culturamix.com/saude/doencas/pubalgia
http://www.webrun.com.br/home/n/pubalgia-tire-duvidas-sobre-causas-sintomas-e-tratamentos/11051
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

Quem assiste e acompanha o futebol, percebe que os técnicos usam uma ferramenta, com o intuito de auxiliá-lo na observação durante a partida. O equipamento conhecido por intercomunicador, será tratado aqui por radinho.
Já falei sobre esse radinho outra vez aqui no blog e minha referência à época atribuiu a responsabilidade da escalação e manutenção de vários jogadores no elenco titular do Coritiba.
Coincidência ou não, me parece que o mesmo ainda acontece...
Não tenho nada contra as pessoas envolvidas, mas quando o assunto é futebol e a atitude dos atletas dentro de campo, o papo muda.
Não entendo porque manter Júnior Urso, por exemplo, em situações que o mesmo se encontrava perdido em campo, principalmente contra o Londrina e Rio Branco, além do que o Coritiba precisava demais atacar, mas não podia.
E com volante em campo, não conseguia.
Banco tinha para reposição, ou melhor, para o time ser mais atacante.
Outra coisa que notei foi que após assistir os três últimos jogos do Coritiba, percebi que o novo material esportivo tem sido usado com muito preciosismo. Ora, estão dentro de campo para desfilar? O termo usado no campo esportivo é que os jogadores entram de salto alto.
Notei também que o Marcelo Oliveira, quando fica ao lado do campo não passa mais a impressão de comandante, mas sim de um mero assistente que fica a ouvir os comandos no radinho, à lateral do campo.
Essa imagem que tenho, mostra que o então técnico não tem mais comando perante o grupo, não parece ter motivação, necessária para passar aos seus atletas e o resultado dentro de campo, não pode ser outro: sobra individualidade, falta conjunto.
Prova é que, além dos habituais chutões DEFESA -> ATAQUE, no jogo de ontem ainda Júnior Urso, aquele mesmo que deveria ter saído, por uma felicidade fez um gol.
Pararam para notar como foi a sua comemoração?
Para ajudar, Rafinha, atleta que vinha sendo modelo desde há um tempo, ontem extrapolou.
Enfim, espero que toda a zica de inicio de temporada tenha acabado ontem.
É hora de tomar atitude, ou ver a banda passar.
Até porque a inveja é grande, já que somos o único time do Paraná participante da Série A do Campeonato Brasileiro 2012, ou seja, ser um bom exemplo é mais do que obrigação.
Marcelo Oliveira, a bola é tua.
E você aí, do radinho, se não ajudar por favor, não atrapalhe.
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

No meu ponto de vista é o seguinte:
Em 2011, o trabalho foi bem executado, pois ao mesmo tempo que dentro de campo as coisas davam certo, o marketing fazia o serviço em recuperar a imagem do Coritiba, com uma campanha de abrangência nacional. Assim ficamos conhecidos como o "Time mais vitorioso do mundo".
Só que o que marcou é que o Coritiba é um time imbatível, tema que acredito ser usado inclusive pelos responsáveis para motivação do time adversário.
Agora em 2012, quando assistimos as partidas é mais do que notório que todas as outras equipes, quando jogam contra o Coritiba mudam sua proposta, seu planejamento tático. Para esses times, "bater" o Coritiba é o teste mais difícil do mundo.
O que por nós torcedores é encarado de forma superior, no campo a realidade é outra. E lá no Coritiba, todos (comissão técnica, superintendência, conselho e presidência) sabem disso.
Basta observar o histórico e constatar que vários são os times que se apegam na oportunidade de aparecer quando participam dos campeonatos estaduais, uma vez que alguns participam de divisões inferiores e, pela sua premissa, buscam desde o inicio mostrar serviço, já que no restante do ano tendem a cair no limbo do esquecimento.
O problema aumenta quando esses adversários, motivados e esforçados, notam que acabaram de encontrar um amontoado de jogadores, ainda perdidos e que ainda não pensam como um time, mas sim em propostas individuais (salvo raras exceções).
A coisa piora quando assistimos a fraqueza da disposição tática. Definitivamente, estamos mal acostumados...
Basta olhar pra trás e lembrar que os desempenhos anteriores foram diferenciados, pois ganhamos os dois últimos campeonatos regionais de forma soberana, fomos campeões da série B de forma antecipada e ainda conseguimos um vice da Copa do Brasil.
O que o torcedor COXABRANCA quer e espera é que o desempenho deste ano seja diferente e para melhor. E para o torcedor é simples: se não ganhou de um time que perdeu de 7 do Cianorte, por coincidência nosso próximo adversário, vai querer o que esse ano?
Ajudar o rival?
Em Tempo
Durante a tarde, no twitter, foi especulado a respeito da sondagem de um clube chinês no meia Davi. Informações mais detalhadas estão no blog da Nadja Mauad.
Quero ressaltar que não é novidade nenhuma para ninguém, que quando o jogador fica sabendo de negociações futuras e rentáveis, sempre tem uma baixa considerável no seu desempenho em campo, pelo óbvio motivo em querer se poupar para poder produzir o que sabe, em seu novo habitat.
Então faço um pedido ao nosso técnico: deixe o Davi de fora, coloque o Renan Oliveira pra jogar e utilize pela primeira vez, o Émerson, aquele que veio na troca do Léo Gago, no banco.
Porque se isso for realmente verdade, o único prejudicado dentro de campo é o Coritiba.
Araucária e Bromélia - uma vida simbiótica
A Araucária é a arvoré símbolo do estado do Paraná. Alta e imponente, é também conhecida por ter dado o nome à cidade de Curitiba, pelo apelativo indígena curi (curii-tyba, em tupi-guarani, significa "muito pinhão", ou "muito pinheiro").
A Bromélia é uma planta florífera, epífita e que está em processo de extinção por ser considerada uma das principais partes no processo da ploriferação da malária e da dengue. Uma de suas espécies vive em algumas árvores numa relação conhecida por epifitismo, quer dizer, sem roubar nutrientes ou água da árvore, porém pela característica, necessita da árvore para crescer.
Isto posto, por analogia, o Coritiba é a Araucária e o A.Paranaense, a Bromélia.
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

O técnico do Coritiba, Marcelo Oliveira, abusa da sorte e da continuidade do período de pré-temporada principalmente ao abusar na manutenção de alguns jogadores que estão "sem sombra", como é o caso de Marcel, Júnior Urso e Jackson ou de depender de outros jogadores como é o caso Renan Oliveira, que quando entra transforma o time.
O Coritiba precisa de conjunto. Será que está tão difícil encontrar um??
Eu tento entender o que se passa na cabeça do treinador. Será que Marcel e Júnior Urso precisam adquirir forma física ou resistência para a Copa do Brasil e para o Brasileirão 2012?
Não desmereço equipes como Londrina e Rio Branco, mas a diferença é enorme entre o clube da capital e os demais do interior. O que era para ser um passeio está definitivamente se tornando um pesadelo.
QUANTA COVARDIA!!
Passamos já da metade da primeira fase do estadual e o time não está produzindo como deveria. A categoria dos jogadores que compõe o elenco do Coritiba está sendo engolida pela obediência tática dos seus oponentes.
Não digo que há problemas a ponto de instaurar uma crise, mas um conjunto de fatores está e muito atrapalhando o time alviverde.
É hora de acordar quem atua como titular ou então de usar mais de jogadores da reserva, que por natureza da hierarquia, sentem-se na obrigação de doarem-se com o resultado de conquistarem a posição.
E é hora de parar um pouco com o laboratório e partir para as vitórias.
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

"Mal acostumado
Você me deixou
Mal acostumado
Com o seu amor
Então volta
Traz de volta meu sorriso
Sem você não posso ser feliz..."
O refrão acima reflete o que alguns torcedores sentiram após assistir a partida de ontem contra o Londrina. Esse papo de invencibilidade exalta a torcida e motiva o adversário. Nos acostumamos a ver o Coritiba como um time que joga pra frente, corajoso, vencedor, mas ontem parece que as águas de ambos times pareciam estar batizadas. Uma com energético e a outra com tranquilizante.
Fora que o desempenho do Coritiba foi tão abaixo do esperado que nem pareciam ter feito uma pré-temporada em Foz do Iguaçu, conhecida pelo seu calor habitual.
Todo mundo sabe, já ouviu e leu que o Marcelo Oliveira disse sobre o campeonato paranaense, resumido em uma palavra: Laboratório.
Se queriam se poupar, não goleassem o Arapongas. Time para isso tinha.
Agora empatar com o Londrina, do jeito que jogou ontem foi demais pra mim.
O time parecia ter perdido a identidade, talvez pela roupa nova, queriam mais desfilar do que jogar. E até entendo, pois como todos conhecem, o Coritiba foi alvinegro, mas hoje é alviverde.
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

A Nike realizou uma entrevista com o Rafinha, logo depois da sessão de fotos com a nova camisa. O jogador contou que além de querer ficar por muito tempo no Coxa, também falou sobre os planos alviverdes para 2012.
Entrevista Rafinha: "Estou feliz aqui. Quero permanecer por muito tempo"
Rafinha, você é um dos jogadores mais queridos da torcida. O que você sente quando entra em campo e vê a torcida gritando para você?
É bacana, né? Legal. Antes de chegar no estádio, o torcedor já está gritando seu nome, vem aquela criançada para querer entrar junto com você dentro do gramado. Então eu acho que é importante ter esse carinho. A vida de um jogador é bem corrida, bem complicada, então eu acho que esse apoio da torcida é bem legal.
E para 2012, como que você quer deixar a torcida mais feliz?
Acho que tivemos um 2011 bem positivo, com alguns recordes que o grupo inteiro conseguiu (sequência de 24 vitórias seguidas, que cadastrou o Coritiba no Guinness Book). Acho que em 2012 o pensamento é de fazer mais um grande ano. Agora com patrocinadores bem legais. Então a gente projeta um 2012 melhor e com mais algumas quebras de recordes também. O pensamento do grupo em geral primeiramente conquistar o estadual, porque a gente tem uma grande possibilidade de ser tricampeão seguido. Do pouco tempo que eu tenho aqui, já consegui bater alguns recordes, alguns títulos... Depois a gente começa a pensar em lutar por uma vaga para Libertadores. Passamos tão perto em 2011. Quem sabe em 2012 está reservada essa vaga para a gente?
Você também é um cara de muita personalidade. Como isso lhe ajuda em campo?
Ajuda bastante, né? Sou um jogador que estou direto com a bola, que muitas vezes o time precisa que eu esteja bem dentro de campo, e às vezes a gente erra algumas jogadas. E se a gente baixar a cabeça e não insistir no que a gentesabe, a gente deixa a desejar e atrapalha o grupo inteiro. Procuro fazer sempre as minhas jogadas, então acho que isso me ajuda bastante.
Além do Coxa, você jogou em outros grandes clubes. Conte um pouco sobre a sua experiência.
No Tricolor paulista, eu tive um contrato longo e não fui muito bem aproveitado. Isso acho que serviu muito para minha carreira. Sofri bastante, não tive nenhuma oportunidade, até alguns dias muita gente perguntava: "pô,por que você não foi para o jogo? Você tem tanta qualidade e não é aproveitado". Então, puxei isso para o lado positivo da minha carreira. No Tricolor gaúcho, eu tive uma passagem boa e ouvia falar: "é melhor você dar um carrinho do que dar um passe bonito". Isso daí também me ajudou bastante. Eu tenho uma característica de voltar para marcar, de ajudar o time. Muitos meias não têm essa característica. Mas encontrei a felicidade aqui. Encontrei as pessoas certas no momento certo, que acreditaram no meu futebol e agora estou feliz aqui e quero permanecer por muito tempo.
Como definiria o futebol do seu companheiro de time Emerson?
Eu acho que, de todos os zagueiros que eu já joguei junto, é um dos melhores. E olha que eu já joguei com alguns grandes jogadores. É um jogador técnico, que faz poucas faltas, é bem leal, procura sempre visar a bola e não é à toa que ele chegou à Seleção.
Pra finalizar, o que você gostaria de falar para a torcida alviverde?
Primeiramente agradecer o apoio em 2011. Acho que poucos clubes tiveram o estádio cheio em quase todos os jogos, desde o estadual até o Brasileiro, Copa do Brasil. Estou estendendo meu contrato por mais três anos, então queria falar para o torcedor que estamos juntos e que nesse ano de 2012 a gente possa ser feliz e conquistar muitos títulos.
É isso aí!!! O que achou?
Deixe seu comentário!!
SAV
RODRIGO
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Rodrigo Sibut Vieira

Depois das aulas do Exmo Felipe Rauen com seus posts - 'A "expropriação" do Couto Pereira' e 'Ainda a cessão do Couto Pereira e os associados',
Depois de ler os altamente ricos, contextualizados e apimentados posts do mestre Gibran - 'Pinga óleo' e 'Subversivo',
Dadas as circunstâncias as quais colocaram o Coritiba no atual processo que praticamente força o empréstimo do Couto Pereira,
Entendo que as coisas poderiam ter tomado um rumo diferente, se a máxima proferida por Jesus "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" fosse interpretada, primeiramente na maneira de agir com os outros, ou seja, como queremos que os outros ajam conosco, sem obter como resultado o prejuízo moral e material, sem a violação de interesses e com o devido respeito do direito de cada um, podendo claramente, inclusive, se estender para a família e amigos, a sociedade, as autoridades bem como para os indivíduos.
Só que não foi isso que vimos acontecer.
UTOPIA
FALTA DE INTERESSE
RESPONSABILIDADE
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Rodrigo Sibut Vieira

Hoje tem jogo do verdão!!

Voltamos a jogar no Couto Pereira.

A ansiedade é grande. Reencontraremos os amigos, a torcida, o time!

E novamente, vou com a minha camisa da sorte.

E você? Vai com a sua camisa da sorte também?
SAV
RODRIGO
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